Portugal House oferece serviços para quem quer empreender ou investir no exterior

Portugal House oferece serviços para quem quer empreender ou investir no exterior

Artigo original 30 Maio 2018 por: Ge.com

A Portugal House tem sede em Porto Alegre e hoje conta com uma equipe de cerca de dez pessoas que atendem clientes nos dois países

Da inspiração de Henrique Raizler enquanto cursava doutorado em Portugal e da vontade de ajudar brasileiros que querem empreender, surgiu a Portugal House. A empresa, criada em maio de 2017 pelos sócios Henrique Raizler e Cláudio Bonder, atua na área do mercado imobiliário e realiza todo o assessoramento para quem busca investir em imóveis no país europeu.


“Diariamente, as pessoas nos procuram querendo saber detalhes de como é a vida lá e como se empreende. A nossa ideia é fazer com que o cliente invista com mais rentabilidade e estabilidade econômica e jurídica do que no Brasil. Logo, nós buscamos o imóvel e realizamos todo trâmite burocrático”, explica Raizler. Para isso, a empresa desenvolve um plano de negócios personalizado pelo tempo de financiamento imobiliário definido pelo cliente.

O processo de empreender não surgiu de um dia para o outro, teve toda uma preparação. Foram dois anos de estudos para entender o mercado de Portugal e suas questões jurídicas e econômicas, além de estabelecer relacionamentos e parcerias. Foi aí que o sócio-diretor percebeu uma brecha no mercado. “O grande problema no Brasil para quem quer investir é a falta de estabilidade, você nunca sabe o dia de amanhã. Já aqui, em Portugal, não é assim; e ainda há uma gama de possibilidades para quem quer empreender”, afirma.

A empresa tem mais de 100 clientes e sedes físicas em Porto Alegre e Lisboa. A equipe é formada por 10 profissionais das mais variadas áreas, que realizam a consultoria aos clientes e intermedeiam o contato entre os dois países. Henrique se mudou para Lisboa em abril, onde atua desde o surgimento do empreendimento. Devido ao caráter do negócio, o público que procura o serviço é das classes A e B, empresários e profissionais liberais.
Na maioria das vezes, eles são atendidos antes no Brasil, mas casualmente ocorre de já buscarem o serviço direto em Portugal.

Segundo Henrique, o negócio vai bem, mas o desafio de empreender no exterior é grande. “Mesmo que Portugal seja mais parecido com o Brasil e nos faça nos sentirmos em casa, ainda existem várias nuances. Quem quer empreender deve, primeiramente, sair da zona do conforto e estar disposto a mudar para encarar as diferenças culturais”, sugere.

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